No dia 23 de abril, celebra-se o Dia Mundial do Livro. A data foi criada em 1995, e homenageia grandes nomes da literatura, como William Shakespeare, Miguel de Cervantes e Garcilaso de la Veja, que faleceram nesta data, em 1616.
Além de todos os prazeres e benefícios já tão conhecidos que a leitura traz, o livro também pode ser poderosa ferramenta de apoio emocional. É o que prova o trabalho dos voluntários ligados à Associação Griots – Os Contadores de Histórias.
A entidade já tem mais de 20 anos de atuação em Campinas e cidades da região, usando a leitura como peça fundamental de humanização hospitalar. Seus voluntários são contadores de histórias, que visitam regularmente lares de idosos e hospitais, especialmente alas pediátricas.
A leitura e a contação de histórias vão muito além do simples entretenimento. Para crianças hospitalizadas, as narrativas ajudam a reduzir a ansiedade, diminuem o medo de procedimentos médicos e oferecem momentos de distração e conforto. Estimulam a imaginação e a criatividade, além de incentivar o gosto pela leitura, mesmo em situações de isolamento ou fragilidade física.
Para idosos e pacientes em tratamentos prolongados, a prática funciona como ferramenta de humanização: cria vínculos afetivos, fortalece a memória, promove a socialização e diminui a sensação de solidão. Profissionais de saúde também observam que os encontros colaboram para um ambiente mais acolhedor, facilitando o trabalho terapêutico e trazendo leveza ao cotidiano hospitalar.
A Associação Griots tem projeto aprovado em leis de incentivo para continuidade e expansão de suas atividades, e a Direção Cultura pode orientar empresas interessadas em conhecer de perto esta iniciativa. O patrocínio por meio dos incentivos fiscais não tem custos e pode se consolidar como uma prática transformadora de responsabilidade social.
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