O Dia Nacional da Fotografia, comemorado anualmente em 8 de janeiro, celebra a arte de captar uma fração de segundo e transformá-la em memória permanente. A data remonta a 8 de janeiro de 1840, quando a primeira câmera fotográfica chegou ao Brasil, o daguerreótipo. O equipamento foi inventado por Louis Jacques Mandé Daguerre e utilizado pela primeira vez no país por Dom Pedro II, que passaria a ser reconhecido como o primeiro fotógrafo brasileiro.
Para além de seu valor artístico e documental, a fotografia desempenha um papel social e cultural fundamental em diversos projetos do nosso portfólio. São iniciativas que promovem a diversidade cultural e artística brasileira e que podem ser apoiadas por empresas por meio das leis de incentivo, sem custos adicionais, contribuindo para a valorização de artistas, comunidades e histórias que merecem ser preservadas e compartilhadas.
Um dos exemplos que dialogam com a data é a exposição “Onde Mora a Esperança”, organizada pela Habitat para a Humanidade Brasil. Presente no país desde 1992, a organização transformou a vida de mais de 197 mil pessoas, atuando em 23 estados e no Distrito Federal e contribuindo para a construção ou melhoria de mais de 10 mil casas e cisternas.
Com 100 imagens distribuídas em 28 painéis, fotógrafos brasileiros e estrangeiros registram comunidades em diversos países, entre eles Índia, Tailândia, Filipinas, Armênia, Hungria, Bulgária, Ucrânia, Estados Unidos, Canadá, Jordânia, Uganda, Zâmbia, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Haiti e Brasil. Cada fotografia funciona como um retrato da vida cotidiana, da diversidade cultural e da esperança que nasce quando as pessoas conquistam um lar digno para chamar de seu. Mais do que apresentar habitações, a exposição revela histórias de resiliência, cultura e identidade.
Outro projeto que merece destaque é “Nheẽ Ry onde os espíritos se banham”, idealizado pelo Museu das Culturas Indígenas, de São Paulo. A iniciativa nasce de oficinas realizadas em regime de residência artística com jovens indígenas e resulta na produção de um livro fotográfico bilíngue, em português e inglês, que reúne trechos nas sete línguas-mães dos povos da Mata Atlântica, associados aos respectivos territórios indígenas fotografados.
Além do livro, o projeto inclui a produção de uma cartilha didática indígena infantojuvenil, voltada a professores da rede pública que atuam nas proximidades dos territórios indígenas. A ação envolve os povos Guarani, Pataxó, Maxacali, Tupi-Guarani e Krenak, com atividades desenvolvidas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O objetivo é duplo. Documentar e difundir, por meio da fotografia, o patrimônio material e imaterial dos povos indígenas representado na Nheẽ Ry e, ao mesmo tempo, capacitar jovens indígenas por meio de oficinas de formação em fotografia.
Além desses, outros projetos que conectam história, arte e sociedade integram o nosso portfólio e estão aptos a receber patrocínio de empresas, por meio das leis de incentivo fiscal, sem custos diretos.
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