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Você conhece a história do Rio Tietê?

03/03/2017

E se um dia o rio Tietê começasse a falar, o que ele diria? Explicaria porque resolveu ir pelo interior afora ao invés de ir para o mar, como os outros rios? Reclamaria de como anda doente em algumas cidades e saudável em outras?

22 de março é considerado o Dia Mundial da Água. Em celebração à fundamental importância e necessidade de preservação da água no ecossistema, a segunda edição do projeto “Rio que passa lá”, aprovado na lei paulista de incentivo à cultura (ProAC/ICMS), propõe a circulação de peça teatral e distribuição de livros didáticos pelo estado de São Paulo.

Na narrativa, o rio Tietê toma a forma de um viajante para falar com o homem de igual para igual. Com outros personagens, conta uma fábula salpicada de tradições, danças típicas, músicas e elementos do folclore de várias regiões paulistas, desde seu nascimento na Serra do Mar, percorrendo 1010 km até desembocar no Rio Paraná.

Na primeira edição, em 2015, o projeto foi levado a 34 mil espectadores de 39 cidades, com patrocínio da Syngenta, Mann-Hummel e Cocipa. As atividades da 2ª edição, totalmente gratuitas, serão direcionadas a crianças e jovens de escolas públicas e ONGs, e abertas ao público de todas as idades durante apresentações em espaços culturais.

“Não podemos mais adiar a discussão da preservação do nosso planeta. Sem água não há vida! O Rio Que Passa Lá leva ao público uma experiência de reflexão sobre o tema, além de contribuir para a conscientização ambiental, já que compomos nosso cenário e figurinos com materiais reciclados”, afirma Velu Carvalho, integrante do grupo teatral Último Tipo, idealizador da proposta.

Sua empresa pode patrocinar o “Rio que passa lá” com uso de parte do ICMS devido (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços), sem qualquer custo adicional. Se você também quer somar-se a essa iniciativa, mantenha contato conosco:

atendimento@direcaocultura.com.br 

(019) 3202-5400

 

Sobre o Último Tipo

O Grupo Último Tipo há 29 anos soma um extenso repertório de peças que misturam música e teatro de forma inusitada e poética. O bom humor, a interatividade e a irreverência também são marcas fundamentais do grupo, que tem seu espírito o teatro mambembe e o clown, fazendo frequentemente espetáculos de rua e apresentações itinerantes.